domingo, 25 de março de 2012

Sobre dizer o que está guardado...


   E tudo se desfaz... E tudo um dia, mesmo que tarde acaba. 

Três, dois, um...

   É tanto tempo. É tanta coisa. É tanta coisa pra pouco tempo. Ou vai ver seja muito tempo pra tanta coisa, e aí a monotonia vem, e aí as portas se escancaram pros problemas, pros desgastes, pros problemas que desgastam.
Pros desgastes que geram problemas.

   Sabe, me desculpa a incompressão, mas é que até cinco minutos atrás tava tudo bem. É que até meu último piscar de olhos eu tava bem. Até meu último piscar de olhos estávamos bem.
E daí, tal como o dia amanheceu, eu me vejo nublada, me vejo em geadas, me vejo tirando todo o calor dos que me rodeiam, me vejo atrapalhando os planos de parte do mundo. Sinto-me tão assim, que assim, não sei definir o que é assim.


 Sinto-me afim, de enfim, mudar e por fim. 
Por fim e mudar. 
Mudar e entender, entender o porquê.
 
Eu não quero, não mais, não conseguir entender. Eu não quero, não mais, ser deixada assim pra trás. Eu não quero, não agora, ter que esperar essa demora pra só então dizer que eu fracassei que eu não quero isso mais.

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