quinta-feira, 19 de julho de 2012
Sobre águas passadas que tem movido moinhos...
Hoje eu resolvi me despir das mentiras que contava pra mim mesmo durante todo esse tempo.
É... Eu acho que eu e você podíamos ter dado certo.
Sabe também o que eu acho? Bonito o seu sorriso.
Fato é que eu não suporto o seu falatório de segunda a sexta mas, tirando isso, eu acho charmoso os seus olhos pequenos e o sussurrar da sua voz.
Dessa vez eu sei, a errada fui eu! Tinha tudo nas mãos... Joguei fora, descartei. E olha o que tenho nas mãos hoje: o antigo álbum de fotografias sépia daqueles dias em que fomos felizes e inconsequentes feito adolescentes. Pois sim, éramos adolescentes. Pois bem, somos adolescentes.
Me parece tão convidativo todos esses seus versos... Vai ver, se tivesse mostrado-os a mim eu me apaixonaria de imediato. Entretanto, isso parece meio tolo. Eu devia apaixonar-me por ti, não só pelos seus versos.
Não sei, mas começo a acreditar na fala dos outros: eu não dou certo porque não quero. Ou talvez não...
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