Adormeci sem saber que tipo de droga louca injetastes em minhas veias para que eu ficasse assim e sofresse,
dopada do corpo e a alma em intenso choro.
Adormeci pedindo um pouco do teu perfume e um breve beijo seu.
Acordei me faltando um pedaço ao lembrar dos sonhos meus.
E se eu escrevo é por fraqueza e na necessidade de desabafar.
Escrevo por ser o que me resta e por não conseguir falar.
Das palavras transbordam saudades e ressentimentos talvez.
Encho meus versos de vírgulas por parecer as lágrimas que derramei.
Levanto-me um tanto quanto confusa e ao olhar no espelho encaro a solidão,
junto dela meus olhos inchados e a confusão que grita dentro do meu coração.
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