Se eles realmente, como uns e outros dizem, representam nossos desejos reprimidos eu de fato estou perdida. É... Não tem mais solução.
Digo isso porque hoje foi a terceira noite dessas em que você fica rolando na cama, de um lado pro outro, e quando ao cair no sono sente um leve sorriso no rosto, e ao acordar se lamenta por não continuar dormindo, sonhando... Com você meu caro.
Você meio que entrou sem pedir licença, e pode crer, eu não me importei. Teu jeito, sorriso, o sussurrar da tua voz. Eu estive procurando por alguém assim como você durante tanto tempo. E daí eu te observo, de canto de olho, timidamente. O jeito como pega no copo, as caras e bocas tão suas... E aí eu mando sinais. Eu mando sinais e desejo que esse nosso jogo tenha um desfecho. Eu desejo que fossemos mais claros e que marcássemos qualquer dia desses um cinema ou qualquer outro programa clichê que casais – será que eu posso referir a nós assim? – fazem. Sozinhos então, que ríssemos que começássemos a nos analisar, e quando o cansaço tomasse conta que eu fizesse um cafuné duradouro em você, e que então abrisse brecha pra qualquer outro tipo de aproximação.
Pois bem, na contra mão desse meu desejo – quase incontrolável – de que tudo desenrole logo e que você possa enfim, sem medo da minha reação, pegar na minha mão, sentir o meu toque e o meu corpo junto do teu, é como se eu não quisesse, nem um pouco que isso acabe.
É como se eu desejasse que nosso joguinho adolescente de sedução não acabasse. Que continuemos procurando pela companhia um do outro sem nenhuma obrigação, sem o olhar de todos sobre nós.
É como se eu quisesse que isso não tivesse fim... Ou vai ver é medo de que isso tivesse fim.
Digo isso porque hoje foi a terceira noite dessas em que você fica rolando na cama, de um lado pro outro, e quando ao cair no sono sente um leve sorriso no rosto, e ao acordar se lamenta por não continuar dormindo, sonhando... Com você meu caro.
Você meio que entrou sem pedir licença, e pode crer, eu não me importei. Teu jeito, sorriso, o sussurrar da tua voz. Eu estive procurando por alguém assim como você durante tanto tempo. E daí eu te observo, de canto de olho, timidamente. O jeito como pega no copo, as caras e bocas tão suas... E aí eu mando sinais. Eu mando sinais e desejo que esse nosso jogo tenha um desfecho. Eu desejo que fossemos mais claros e que marcássemos qualquer dia desses um cinema ou qualquer outro programa clichê que casais – será que eu posso referir a nós assim? – fazem. Sozinhos então, que ríssemos que começássemos a nos analisar, e quando o cansaço tomasse conta que eu fizesse um cafuné duradouro em você, e que então abrisse brecha pra qualquer outro tipo de aproximação.
Pois bem, na contra mão desse meu desejo – quase incontrolável – de que tudo desenrole logo e que você possa enfim, sem medo da minha reação, pegar na minha mão, sentir o meu toque e o meu corpo junto do teu, é como se eu não quisesse, nem um pouco que isso acabe.
É como se eu desejasse que nosso joguinho adolescente de sedução não acabasse. Que continuemos procurando pela companhia um do outro sem nenhuma obrigação, sem o olhar de todos sobre nós.
É como se eu quisesse que isso não tivesse fim... Ou vai ver é medo de que isso tivesse fim.
Com fim, sem fim... Enfim! Eu só queria saber se sonhos representam nossos desejos reprimidos...
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